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sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Animal Imaginário



Nome: Spectrum Musicalis.

Raridade: Em extinção.

Locomoção: Se movimenta através de ondas sonoras em harmonia.

Habitat: parasita. Hospeda-se no corpo humano, atuando mais precisamente na parte criativa da atividade cerebral.

Alimentação: Alimenta-se da criatividade musical de seu hospedeiro, ativando o desenvolvimento de uma espécie de mutação musical, a Musicalus Genialia, que possui grande variação harmônia e ondas de longo alcance.


Transmissão: É transmitido através do estudo, compreensão e compartilhamento de boa música.

Outras Informações: Encontra-se em extinção devido ao alto nível de predação do seu caçador primário, o Exitium Musicalus, que se hospeda em entidades como a mídia, causando uma mutação genética na Spectrum Musicalis e transformando--a em Musicalus Pessimus. Essa possui baixo teor harmônico e criatividade quase nula ou limitada, de formamoldada e controlada, transformando seu hospedeiro em uma forma de marionete da mídia sem capacidade de criar boa música.
    Os únicos combatentes descobertos até hoje do Exilium Musicalus são os bons produtores musicais, que sofrem falta de incentivo financeiro, também estando em extinção.




Universidade Veiga de Almeida
Curso: Design Gráfico - Tijuca
Professora: Danielle Spada
Aluno: Eduardo Augusto de Castro de Souza

Animal Imaginário





Esse trabalho do monstrinho foi um dos mais prazerosos de se fazer.
Adogo!

quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

Animal Imaginario Caio R B Lins e Silva

Fala minha gente estou aqui para explicar o processo que deu a vida a meu animal imaginário.

Como criar algo do nada e sempre um desafio, eu resolvi fazer uma colagem maluca para dar vida e  personalidade ao meu bichinho






Basicamente, ele tem os olhos da coruja, o Nariz do macaco, as patinhas do bode, e sim o corpo dele e composto por aquelas argolas que as Mulheres Girafas de uma tribo na Tailândia usam ate hoje

por fim, coloquei eles em uma floresta ''magica'' para que eles tenham um habitat natural, e aqui esta o resultado.

Achei esse trabalho divertido e um bom ''exercicio'' de photoshop.

segunda-feira, 28 de novembro de 2011

Bate Estaca


Nome: Bate Estaca
Nome Científico: Menthim Libertio.
Onde Vive: Vive na parte inconsciente de nossa mente chamada id. É onde armazenamos tudo o que foi reprimido, todas as necessidades insatisfeitas.
Alimentação: Se alimenta da libido, desejos humanos reprimidos no subconsciente da mente.
Tamanho: Cinco vezes menor que um grão de areia.
Peso: Pesa o mesmo que a "consciência".
Reprodução: Não se reproduz.
Tempo de Vida: O mesmo de seu hospedeiro.
Doenças: Pode causar depressão, anorexia, cirrose, hemocromatose, hipopogonadismo, obsessão, sífilis, hipertireoidismo e ninfomania/satiríase. 
Inibidor: Para combater o Bate Estaca, que é parte de cada um de nós, existe uma função reguladora que atua como uma censura ante aos nossos desejos, que é chamada de ego. Ele reprime nossos próprios desejos, nos dando consciência do que podemos moralmente fazer.
Curiosidade: O Bate estaca existe desde o nascimento do ser humano e começa a agir a partir da puberdade.


Aluno: Romualdo Gonçalves Jr. 

Meu ser imaginário? Todo mundo conhece...

Nome científico: lombrigafera (sf).

Etimologia: de lombriga (bicha), briga (disputa) e fera (sufixo significando que leva).

Descrição: De tamanho microscópico, a lombrigafera tem uma forma alongada com uma cabeça/bolsa prolongada por uma cauda. A cabeça leva dois pares de pelos cortantes, um ferrão e possui um orifício circular. A lombrigafera é constituída de queratina molhe (cabeça e cauda) e dura (pelos e ferrão), de cor vermelha indo do claro ao escuro quase preto.

Clínica e tratamento: Segundo as últimas pesquisas, suspeita-se que a lombrigafera seja responsável pelas brigas que acontecem entre as pessoas. Cega, ela não escolhe as suas vítimas. Contorce-se para entrar nas conversas. No decorrer delas, ela usa o ferrão para ferir o ego da pessoa. Pode também mexer os pelos para cortar as conversas. Enfim ela cospe um fluido vermelho que incapacita o raciocínio e excita a raiva..

A lombrigafera encontra-se no cérebro de todas as pessoas desde o nascimento mas ganha força enquanto elas crescem sendo a idade adulta o período de maior atividade. Infelizmente, não se pode curar definitivamente, só pode melhorar se usar óculos azuis.

Philippe Olivier Goutal

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Cuidado! Meu animal imaginário, pode ser o seu também!

Registro único



Nome científico:
Humor-Reflexum
Nome popular: Hipíno
Alimentação: Absorvem
 através de seu bocábulo
 vermelho a reação que
 o reflexo proporciona
no alvo refletido.
  

Hipínos são criaturas que vivem invisivelmente nos espelhos,
responsáveis por como nos enxergamos. Possuem um humor
inconstante, variando de extremo a extremo pelos motivos
mais insignificantes. Sua estrutura é adaptada para gerar
uma hipnose superficial, cujo o grande objetivo é atingir
 nosso subconsciente e alterar a imagem que captamos
 sem que consigamos perceber a mudança, tornando-a
melhor, ou pior, de acordo com seu humor no momento.
Pessoas inseguras são os seus alvos mais fáceis, por isso,
mulheres na TPM são as mais atingidas, vivendo
constantemente aquela sensação de se sentirem feias e
 bonitas com a mesma roupa em dias diferentes.


Curiosidade: A maldição dos "sete anos de azar" ao se
 quebrar um espelho é real; todos os Hipínos existentes
no mundo possuem " consciência coletiva", e sentem
um ao outro através de seus pontos ao longo do corpo;
com isso, durante sete anos seguidos, tornam a forma
como o responsável vê o reflexo, o menos agradável
 possível.Portanto, tomem muito cuidado.



Joice de Sá




quinta-feira, 20 de outubro de 2011

Amoreco

Oie!
Na primeira aula de Laboratório de Criação, tivemos como tarefa para casa, nas palavras da própria Dani Spada: "criar um animal imaginário, com sua ficha completa... sendo o mais inovador possível".
Mas essa não foi uma terefa muito simples, pois o animal não podia ter elementos com suas funções originais, como olhos para ver. Poderia ter olhos, mas com outra função!
Pensei, pensei, pensei e decidi criar um animal que vive em função do amor!
Assim, nasceu o AMORECO!

Material utilizado:
- papel cartão;
- papel vegetal Canson;
- papel Canson para aquarela;

- lápis de cor aquarelável vermelho Faber Castel;
- papel Filipinho cards vermelho e preto by Filiperson Papéis Especiais;
- papel Diplomata 180g by Filiperson (dente e verso - com descrição impressa);
- carimbo alfabeto;
- Staz On preta;
- chalk azul
claro e azul escuro;
- fita dupla face e banana.

Detalhe do AMORECO.

Mais detalhe.

Como era necessário fazer uma descrição do nosso animal, no verso da imagem, escrevi o seguinte:

AMORECO
Também conhecido como Bichinho do Amor, Amoreco é um bichinho que vive no coração das pessoas apaixonadas e se locomove através do amor.
É redondo, vermelho e possui duas asas transparentes, duas antenas pretas e uma boca vermelha com dois dentes, que servem para:
- ASAS: quando batem, identificam o amor que uma pessoa sente por outra, através de um suspiro ou de um brilho diferente no olhar.
- BOCA: quando aberta, revela dois dentes que são responsáveis por verem a direção correta do coração da pessoa que sente o amor.
- ANTENAS: lançam um fogo invisível no coração da pessoa que está amando, fazendo com que este arda em paixão.
É através do fogo invisível que se locomove até o coração de quem ama, fazendo com que a pessoa chame a quem ama, por apelidos carinhosos como: Mô”, Benhê” ou Pitchulinha, por exemplo.
Ele fica no coração apaixonado até identificar outra pessoa suspirando ou com um brilho diferente no olhar.

OBSERVAÇÕES (como se deu o processo criativo...):
1) Como Amoreco é um apelido dado por quem está apaixonado, à pessoa amada, achei por bem, que ao se instalar no coração apaixonado, a pessoa chama a outra por apelidos.
2) Já que as asas não poderiam fazê-lo voar, elas funcionam como um radar.
3) Os dentes para ver, vieram da necessidade de colocar algum elemento para o bichinho do amor ver. Com a boca fechada ele não enxerga nada!
4) As antenas deveriam servir de radar (função das asas). Como não podia ter funções existentes, por isso ela lança um fogo invisível (que faz o coração arder em paixão), pois como diz Camões: "Amor é fogo que arde sem se ver..."



Eu AMEI o resultado!

Danielle Vellozo
Barra - Noite

sexta-feira, 14 de outubro de 2011

"Animal Imaginário" e "Cozinha Criativa"

Olá pessoal, bem vou escrever sobre dois trabalhos da aula de Laboratório de Criação que de minha parte eu gostei bastante de realizá-los.

 O primeiro foi o “Animal Imaginário”: tinha como ideia criar um animal o qual não apresentava as funções que normalmente encontramos nos seres vivos, ou seja, ele não poderia comer com sua boca, andar com suas patas, cheirar com seu nariz, etc. Além de criar e inovar era preciso fazer um ficha técnica, dando as informações do seu animal. Por último este trabalho mostra que a parti de um ser já existente é possível criar um ser com percepções inovadoras.

Ai vai meu animal imaginário. Desenhei à mão e depois pintei no Photoshop.


O segundo trabalho foi a “Cozinha Criativa”:  esse deu trabalho !!! Primeiro demorei a chegar a uma ideia que atendesse a proposta do trabalho e segundo não sou muito boa assim na cozinha!  Mas por final foi divertido!

Tínhamos que criar um prato a partir de uma receita básica já existente dentro da esfera da sustentabilidade. Criar um sabor diferente do que já existe e tinha que ser gostoso! A apresentação do prato tinha que ser surpreendente para a degustação de todos.
 

O prato que eu criei foi o Feijão CasEco. A receita básica que eu me baseei foi o feijão tropeiro e para apresentar com um sabor diferente dentro da esfera da sustentabilidade modifiquei um dos ingredientes e acrescentei um novo que finaliza o prato. A casca de batata frita substitui o torresmo mineiro e o queijo é jogado por cima dando um novo sabor ao prato.


Mapa mental: Sustentabilidade --> Aproveitamento --> Casca de legumes e frutas
Ideia: Casca de legumes e frutas.
Objetivo: Aproveitar de uma forma sustentável sobras de frutas, legumes e verduras que antes iam para o lixo.
Justificativa: Com o crescimento da população, e consequentemente da produção de lixo, o iminente esgotamento da capacidade dos aterros sanitários, a dificuldade em se encontrar novas áreas para que possam ser depositados os resíduos e a preocupação mundial com o destino do lixo vem crescendo a cada ano.
Produto: Um prato saboroso, Feijão CasEco, tendo como acompanhamento casca de batata crocante.
Receita:
  • 6 batatas
  • 1/2 copo de água
  • 1/4 de copo de azeite de oliva
  • 2 colheres (sopa) de orégano
  • 1/2 colher (sopa) de sal
  • 500g de feijão-manteiga
  • 1 tomate
  • 3 alhos - porós médios
  • 2 dentes de alho grandes picados
  • 1 colher (sopa) de óleo
  • Sal e pimenta-do-reino moída na hora
  • 1 cebola pequena
  • 1  maço de couve
  • 1 punhado grande de queijo parmesão ralado
  • 200g de farinha de mandioca
  • Cheiro verde a gosto
  • Bacon a gosto
Espero que gostem !

Luciana Bressan - Tijuca - Manhã