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segunda-feira, 5 de dezembro de 2011

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

Conto sem encanto.


Era uma vez...

Num reino não tão distante, duas irmãs gêmeas Vitória e Débora, que sempre foram muito amigas. Quando cresceram tiveram a infelicidade de se apaixonar pelo mesmo menino: Marcos.

Marcos era um jogador de basquete. Ele era perdidamente apaixonado por Vitória, “a boazinha”.  Ela conseguiu o amor do rapaz sem esforço algum, só com sua beleza e virtudes. Isso deixou Débora “a malvada” com muita raiva e inveja. Foi ai que ela teve a maléfica idéia de fazer um lanche enfeitiçado para que Marcos se apaixonasse por ela.

Débora pegou seu conversível azul e foi até a casa de Marcos levando o lanche.  E como já era de se esperar, ele se apaixonou por ela (que bruxa!).
Mas enquanto isso, Vitória sabendo dos planos de sua irmã malvada, foi até a casa de Marcos provar que o amor verdadeiro vence tudo e todos, e conseguiu reconquistar o rapaz.

Débora ficou muito revoltada e resolveu tomar uma atitude drástica e invoca um velho amigo seu, o Fantasma Verde, para acabar de vez com a sua irmã. E quando Vitória saiu da casa de Marcos, com seu carro vermelho, o Fantasma Verde entrou na frente do carro e com o susto Vitória bateu com o carro e morreu.
Chegando ao outro lado da vida, encontrou-se com o fantasma que lhe fez morrer, e o convenceu a ajudá-la a matar sua irmã malvada. Traçaram um plano para matá-la e foram bem sucedidos.

As gêmeas morreram ambas no mesmo dia. A família ficou péssima pela perda das duas de uma só vez.

Foram enterradas no mesmo cemitério, uma ao lado da outra.

Ao lado do caixão de Vitória, as pessoas estavam tristes e choravam a perda. Já ao lado do caixão de Débora, as pessoas estavam felizes pela morte da bruxa.

E agora todos devem estar se perguntando o que ocorreu com Marcos, não?
Pois bem, o mocinho ficou mais só do que um náufrago numa ilha deserta! E assim terminou o nosso conto que de encantado não teve nada. Sejam todos felizes!
Fim!

Os nossos brinquedos eram:

2 Barbies (Vitória e Débora), 2 carrinhos (Carros de Vitória e Débora), Jogo Cara-a-Cara (pessoas do enterro), Foto de basquete (Marcos), Casaco Verde (Fantasma Verde), Massinha Play Doh (Lanche Enfeitiçado).


UNIVERSIDADE VEIGA DE ALMEIDA
LABORATÓRIO DE CRIAÇÃO
TURMA: 2ESD11B  -  CAMPUS: BARRA
ALUNOS: Carla Caroline, Luís Eduardo, Idinei Soares, 
Hugo Marota, Amanda Zollinger e Luana Cavalcante.

A origem do Rebolation

Era uma vez um menino chamado Babyssauro, que desde criança era muito alongado e gostava de dançar.
Sua família vendo esse gosto para dança, dava muita força para ele fazer ballet.
Baby tomou coragem e começou, até era muito bom, mas sofria grande preconceito por ser um tanto gordinho. Seus professores, exigentes, viviam o recriminando, dizendo que tinha que emagrecer a todo custo.
O menino, muito chateado, resolveu procurar um especialista que viu em um anúncio na televisão. Esse era muito magrinho, conhecido como Dr. Pepi, e lhe recomendou que colocasse elásticos na barriga para diminuir sua largura.
O tratamento não foi eficaz!
Todos os elásticos estouravam na barriga do pobrezinho.
Assim, muito chateado, largou seu sonho de ser bailarino e começou uma busca por um ritmo de dança que se encaixasse no seu perfil.
Passado um tempo, curtindo o carnaval na Bahia, a chave de Baby caiu no seu pé. Reagindo de maneira estranha, levou as mãos na cabeça, achando que era um bicho, e deu uma rebolada sem querer. A multidão, achando que era um passo coreográfico, o imitou e começaram a rebolar, criando a tão famosa coreografia nomeada de Rebolation.
Baby descobre sua verdadeira vocação, o AXÉ.
Hoje ele mora na Bahia, rebolando em trios elétricos e espalhando a alegria para todos.

Nomes: Bárbara Brigido;
Sharon Sottili Grzybowski;
Hugo Ribeiro de Castro;
Taiane Avellar;
Tess Chuairi;
Caio Lins e Silva.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Reino dos Doces


Alunos: 
Yuri Alecrim
Jéssica Ferreira
Julia Novaes
Mariana Maranhão
Sabrina

(trabalho realizado em 17/08/11)

E se você experimentar?


                Para construir uma sociedade, foi preciso criar padrões onde um todo diferente se encaixasse em um todo comum. O que quer dizer também, que muitas escolhas já foram feitas por você. Sair desse "conforto de escolhas sem erro" requer coragem, no entanto, você descobre quem realmente é, do que realmente gosta e o que realmente pensa.  
               Ao nos fazermos novamente crianças, voltamos a sentir e pensar como uma. Afloramos o nosso lado criativo (algo essencial para um bom designer), retornando a nossa subjetividade que aos poucos foi sendo censurada e roubada de nós. Ainda sim, não precisamos de muito para despertar esse lado. Simples brinquedos e doces, podem se tornar histórias dos mais variados temas, só é necessário se permitir.      
                   Esse retorno a infância ou o sossegar do nosso espírito, traz a tona talentos antes escondidos, desenvolvendo o melhor da nossa criatividade. Então, concluímos que para começarmos a criar temos que rir, voltar ao passado, redescobrir sentimentos, sossegar o espírito e deixar fluir o que o seu ser designer quer dizer. 

Por: Ana Paula, Felipe Moreira e Joice de Sá




Texto referente a aula de Criação DANIELLE SPADA


A EVOLUÇÃO DOS BRINQUEDOS ATRAVÉS DOS TEMPOS

No grupo de seis amigos,estávamos representando 4 tempos diferentes e 2 representavam através dos círculos a passagem do tempo.
Com o primeiro círculo nós nos transportávamos para um tempo bem distante dos nossos atuais,que era o da infancia,onde nós brincávamos com pedrinhas,são 5 pedrinhas onde lançadas ao chão tinhamos que pegar uma de cada vez,com uma só mão.Depois fomos até a época das palavras ,representada por um brinquedo de formar palavras,nossa amiga formou uma palavra em português,outra em inglês ,e duas em na linguagem de computador.
Na terceira infancia foi a época dos computadores,representada com Mario Bross,uma fase que se prolonga até hoje...e no final representada pelo carro do futuro a era do modernismo,futurista onde o cinema esta muito presente.
Concluimos que pode passar os tempos,mas a curiosidade e a inocência dos brinquedos,crescemos como futuros aprendiz para que em nossas profissões  a criatividade e a alegria de trazer para os tempos de hoje a clareza da importância da infância em nossas vidas.

Representante do Grupo: ANA PAULA MARTINS DE ALMEIDA BARBOSA 

A Esfera Mágica

Clique na imagem

Trabalho 17/08/2011



GRUPO:
Diogo Bittencourt
Felipe Moreira
Maile Fernandez
Romulo Esteves

Contando estória...

Na última quarta-feira,  17/08/2011, a professora Dani Spada solicitou que contássemos uma estória que contemplasse os brinquedos levados por nós.
Nosso grupo levou: um boneco Maxsteel, um cubo mágico, um peão e um telefone.
Assim, surgiu a seguinte estória:
Clica na imagem que ela aumenta...

Grupo:
Danielle Vellozo
Jéssica Peixoto
Leandro Vieira
Rita Freitas
Rose Fernandes

Postado por Danielle Vellozo.